sexta-feira, 12 de junho de 2015

Saúde

12/06/2015 12h06 - Atualizado em 12/06/2015 12h36

Recém-nascido morre após contrair bactéria em maternidade do DF

Criança tinha 9 dias de vida; exame apontou Staphylococcus epidermidis.
Morte foi no dia em que secretaria lançou plano de combate a infecções.




Raquel MoraisDo G1 DF

O secretário adjunto de Saúde, José Rubens Iglésias (esquerda) e o titular da pasta, João Batista Sousa, durante entrevista (Foto: Raquel Morais/G1)
m bebê de nove dias morreu após contrair uma bactéria na maior maternidade pública doDistrito Federal. De acordo com o secretário de Saúde, João Batista de Sousa, uma das quatro culturas analisadas apontou que o recém-nascido tinha Staphylococcus epidermidis. Ele nasceu com 32 semanas de gestação no Hospital Regional de Ceilândia no dia 31 de maio.

"Essa não é uma superbactéria. Estamos falando de uma criança prematura, que tem resistência baixa", disse o gestor. "Ele nasceu e nunca saiu do hospital, então, sim, a bactéria foi contraída no hospital."
Sousa afirmou que o corpo do bebê ainda será encaminhado para necropsia, mas disse que não serão adotadas medidas especiais por causa da infecção e da morte. Ainda segundo o secretário, a criança estava bem até 7 de junho – dois dias antes da morte e no mesmo em que  a pasta anunciou um plano de contingência contra infecções hospitalares, que prevê reforço na higiene.
"Nossas maternidades vêm funcionando normalmente. As questões de isolamento como em áreas críticas seguem o padrão, a rotina. [...] Não há mudanças [por causa da morte do bebê]. O Staphylococcus epidermidis é um germe que existe no nosso organismo, de todos nós. Quando a resistência baixa, esse germe pode nos atingir", declarou.
O secretário também declarou que a família da criança não será indenizada. O Hospital Regional de Ceilândia realiza em média 25 partos por dia e tem a maior maternidade do DF.

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

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12/06/2015 12h06 - Atualizado em 12/06/2015 12h36

Recém-nascido morre após contrair bactéria em maternidade do DF

Criança tinha 9 dias de vida; exame apontou Staphylococcus epidermidis.
Morte foi no dia em que secretaria lançou plano de combate a infecções.




Raquel MoraisDo G1 DF

O secretário adjunto de Saúde, José Rubens Iglésias (esquerda) e o titular da pasta, João Batista Sousa, durante entrevista (Foto: Raquel Morais/G1)
m bebê de nove dias morreu após contrair uma bactéria na maior maternidade pública doDistrito Federal. De acordo com o secretário de Saúde, João Batista de Sousa, uma das quatro culturas analisadas apontou que o recém-nascido tinha Staphylococcus epidermidis. Ele nasceu com 32 semanas de gestação no Hospital Regional de Ceilândia no dia 31 de maio.

"Essa não é uma superbactéria. Estamos falando de uma criança prematura, que tem resistência baixa", disse o gestor. "Ele nasceu e nunca saiu do hospital, então, sim, a bactéria foi contraída no hospital."
Sousa afirmou que o corpo do bebê ainda será encaminhado para necropsia, mas disse que não serão adotadas medidas especiais por causa da infecção e da morte. Ainda segundo o secretário, a criança estava bem até 7 de junho – dois dias antes da morte e no mesmo em que  a pasta anunciou um plano de contingência contra infecções hospitalares, que prevê reforço na higiene.
"Nossas maternidades vêm funcionando normalmente. As questões de isolamento como em áreas críticas seguem o padrão, a rotina. [...] Não há mudanças [por causa da morte do bebê]. O Staphylococcus epidermidis é um germe que existe no nosso organismo, de todos nós. Quando a resistência baixa, esse germe pode nos atingir", declarou.
O secretário também declarou que a família da criança não será indenizada. O Hospital Regional de Ceilândia realiza em média 25 partos por dia e tem a maior maternidade do DF.

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